sábado, 1 de março de 2014

Apresentando Dora

Olá pessoar.
Como prometido, não esqueci do blog, ahá!
Bom, eu agora tenho uma gatinha, ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa *-* sempre foi meu sonho!!! Sou apaixonada por gatos, e é até engraçado como ela veio parar aqui.
No dia da minha formatura, 18/01, quando chegamos em casa da festa, ela estava na nossa garagem. Tentamos mandar embora, deixamos ela na garagem e fomos dormir. No dia seguinte quando acordamos lá estava ela, mas fomos pra igreja e deixamos de novo ela na garagem. Quando voltamos ela AINDA estava lá, miando. Daí demos comida, ela entrou em casa e ficamos brincando com ela a tarde.
Quando conto pras pessoas que o nome dela é Dora, o que escuto é "Dora aventureira hahaha" e é exatamente por isso. Eu nunca assisti esse desenho, mas sabia da existência dele, e quando notamos aqui em casa como ela é exploradora e fica se aventurando em tudo quanto é canto (acho que isso é normal de qualquer gato, mas ok), decidimos que era esse nome. Também porque Dora é um nome bem fofo. Me lembra Dorothy, nome da protagonista de "O Mágico de Oz". Um tempo depois, descobri que ela ama quando eu canto, ela começa a pegar no sono e fica calminha. Eu gravei um vídeo cantando pra ela, e a música é Somewhere Over the Rainbow, trilha sonora desse filme, viu como tudo se encaixa? Haha
Uma semana depois descobrimos que ela está prenha, SOCORRO! Não sei o que farei com os filhotes.
Afterall, a Dora é um amor, sou completamente apaixonada por ela, e ela é muito engraçada. Sei lá, é estranho, parece que ela fala português claramente, porque eu sei quando ela quer carinho, comida, leite, etc. E é lindo como ela me entende, ela é muito sensível, e gosta de fazer companhia. Às vezes ela fica deitadinha no chão do meu quarto, mesmo que eu não esteja fazendo carinho nela (aliás, principalmente por estar gestando, às vezes ela não quer muito contato), ela fica lá quietinha. Se eu vou pra outro cômodo da casa ela vai atrás e faz a mesma coisa, deita no chão. Agora sou ainda mais amante dos gatos!
Por esses motivos, na verdade, por um motivo simples, eu amar o jeito dela se expressar, vou fazer uma coluna aqui pra ela. Como o nome do blog é "Anna Esther diz", o espaço dela se chamará "Dora mia". Portanto, quando verem aqui esse título, já sabem que é a Dora quem está digitando, contando um pouco sobre sua visão desse mundo tão estranho dos humanos!
Espero que aproveitem as dissertações dela, vou dar um tempinho pra ela terminar o curso de português que ela está fazendo, e sejam pacientes, demora pra ela digitar por motivos de: com a gravidez ela tem sentido mu(uuuuuuuuuuuuuu)ito sono, e porque como as patinhas dela são grandinhas, e os dedos não se separam como os nossos, ela tem uma dificuldade maior pra digitar. Ah, isso quando não passa uma mosquinha voando e ela sai correndo atrás, se esquecendo do post. É a vida né, gente, dos gatos no caso...



Até mais,
Anna Souza (e Dora)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Feliz Dia Mundial dos Quadrinhos

Olá pessoarrrr. (se preparem, que esse post vai ser bem compridinho)
Pra quem não sabe, hoje é o Dia Mundial dos Quadrinhos. Então, aproveitando essa data e dando continuidade ao assunto da reforma do consultório da minha mãe, hoje vou falar da minha história com os HQs e da minha última invenção.
Vamos por partes (igual o Jack estripador). Em primeiro lugar, quero dizer o quão importante os gibis foram pra mim. Quando era pequena eu AMAVA gibis, sempre que ia ao supermercado queria comprar pelo menos um. E dei sorte quando minha irmã mais nova começou a se interessar também, porque aí meus pais compravam dois de uma vez; cada uma lia um gibi, e depois trocávamos. Era só festa. Meus pais sempre incentivaram muito a leitura, e sabiam que estavam apoiando ali um hábito super saudável. Todo esse meu amor por leitura, literatura, língua portuguesa, etc, com certeza teve os gibis como base. Hoje vejo algumas crianças que não conseguem nem seguir a sequência de uma tirinha, ou não sabem em que ordem devem ler os balões, ou pior, não sabem relacionar os balões de fala às personagens. E em pensar que um dos meus tios foi alfabetizado lendo gibis...  Não há dúvidas de que comprar um gibi, por mais fininho que seja, pro seu filho, sobrinho, primo, irmão, etc, é um acerto e tanto no futuro dele.
E voltando ao relacionamento "eu-gibi", 95% dos meus gibis eram da Turma da Mônica (acho que de toda a população brasileira, né?) . Até hoje eu dou muita risada com as histórias. Me sinto de volta à infância e me divirto demais, seja nos planos do Cebolinha, nas aventuras do Piteco, no sotaque do Chico Bento ou nas sonecas do Mingau.
Mas o tempo passa, daí nas prateleiras começamos a substituir os gibis pelos livros gigantes de ensino médio, o dia fica minúsculo quando você tem que ler livros clássicos da literatura brasileira e à partir deles fazer seminários, provas, resumos, etc. Enfim, coisas que quem faz ou já fez ensino médio entende perfeitamente bem!
Porém, é claro que eu não ia jogar meus gibis fora, e como minha mãe é psicopedagoga e tem um consultório onde 90% do público são crianças, ela sugeriu que levássemos eles pra lá.
A parte "minha história com os quadrinhos" termina aqui. Agora vamos pro segundo tópico, cujo nome será "Anna fazendo arte" haha.
Eu não sou lá muito boa com essa coisa de decoração. Acho muito legal, e queria entender mais, mas realmente não é meu dom. Inclusive, gostaria de mandar um beijo mais que especial pra Heloíza Barbosa, que é casada com meu primo, e eu a considero minha prima de sangue, tenho grande admiração e apreço por ela! Sempre que vejo coisas relacionadas à decoração, lembro-me dela e do seu blog super fofo!
Mesmo não sendo uma expert, resolvi me arriscar em algo novo pro espaço da minha mãe.
Tinha guardada aqui em casa uma mesinha infantil, que foi minha, quando criança.
Eis aí a mesa, velhinha, suja, coitada...
Achei uns gibis que também estavam bem, sem capa, etc.
E comecei minha obra de arte.







 Pras pernas eu usei páginas inteiras, fui colando uma por cima da outra. E usei cola branca pra colá-las.






A ideia era que elas ficassem bem misturadas, e cada uma virada pra uma posição diferente.






Aqui está uma das pernas terminada.










Pra superfície da mesa, resolvi cortar vários quadrinhos e onomatopeias, assim achei que ficaria mais divertido, e conseguiria colocar um poucos de vários personagens e histórias.








No começo fiquei com medo de não ficar muito legal, parecia que não ia dar certo. Sem contar que esses dois "buraquinhos" nos lados deram um pouquinho de trabalho... Mas no final deu certíssimo, e olha aí o resultado:


TCHARAAAAAAM











Bom, por hoje é só. Desculpa pelo post gigante hehe, espero que leiam muitos gibis, e que a mesinha tenha servido de inspiração. Dá pra fazer isso na parede, na estante, em caixas, etc. Só usar a imaginação!



Um beijão, e até mais!
Anna Souza

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Oi genteee, como prometido, to aqui haha.
Eu poderia estar roubando, matando,... (piada antiga, hein Anna) falar sobre os assuntos que mencionei no post anterior, de formatura, etc, mas preciso falar do que aconteceu de mais recente comigo.
Minha mãe é psicopedagoga e tem um consultório. Começo de ano, aulas quase voltando, e o consultório precisou de uma reforma básica. Como toda família linda e unida, lá fomos nós ajudar na reforma, e minha tarefa foi pintar as divisórias.
Até aí tudo ótimo, porque eu acho legal pintar (acreditem ou não). O problema foi que as divisórias seriam pintadas com tinta esmalte, e quando fomos comprar, a pessoa que nos vendeu nos disse que ela tem cheiro forte, e deve ser diluída no água raz (que descobri mais tarde ser altamente cancerígeno). Achei que o máximo que eu teria que suportar seria aquele típico cheiro de tinta, porém, fui surpreendida no dia seguinte, quando acordei com a garganta péssima, tive que fazer inalação pra não infeccionar e ainda fiquei rouca, espirrando e tossindo muito por uns dias.
Nesses dias de rouquidão, minha mãe encontrou em um lugar tinta esmalte sem cheiro, e que não precisa ser diluída!!! Fiquei indignada, como a pessoa que me vendeu não sabia nos informar isso? Provavelmente, porque não tinha o tal produto na loja, e nos queria vender o que tinha a qualquer custo, será? Capaz.
Agora, estou eu aqui me recuperando, tomando um remédio não muito gostoso (muito eficiente, mas enjoativo) e desejando que outras pessoas não caiam na mesma que eu...
Eu sei que esse não é nenhum blog sobre reformas, nem sobre dicas para pedreiros, mas vocês sabem, o blog não tem nenhum "assunto-tema". O mais importante é: se vocês precisarem de uma tinta esmalte, procurem a sem cheiro!!! Ela existe!


Até mais,
Anna Souza